coloquei minhas asas de molho...

Minhas asas?... coloquei-as um pouco de molho,
e se não estou voando é por que hoje corro.
Minhas pernas estão fortes,
aproveito essa força para fazer o sangue pulsar em todo meu corpo.
e se não estou voando é por que hoje corro.
Minhas pernas estão fortes,
aproveito essa força para fazer o sangue pulsar em todo meu corpo.
A paisagem que vejo em terra não é menos bela que a que vejo sobre as nuvens
apenas diferente
como está diferente meu olhar
como está diferente meu horizonte
como é diferente cada um de meus belos dias
não estou sentindo o ar gelado das nuvens rasgando minhas narinas
mas sinto a maciez da grama estalando entre meus dedos
A poesia?
não a tenho escrito...
mas nunca deixo de vivê-la
nunca deixo de percebê-la
em cada flor que desabrocha
em cada feixe dourado de luz que parece fugir do horizonte na minha "horinha mágica"
nas ondas marotas que rolam sob a areia branca refrescando um dia escaldante
na sinceridade do abraço dos que realmente me amam
na presença imponente do "pé de planta" que nunca foi podado lá no quintal
em cada flor que desabrocha
em cada feixe dourado de luz que parece fugir do horizonte na minha "horinha mágica"
nas ondas marotas que rolam sob a areia branca refrescando um dia escaldante
na sinceridade do abraço dos que realmente me amam
na presença imponente do "pé de planta" que nunca foi podado lá no quintal
no sorriso do estranho que nunca mais me verá
mas que nem por isso deixa de sorrir ...
mas que nem por isso deixa de sorrir ...
A natureza é escrita em versos
a poesia está impressa em tudo
é só abrir os olhos para percebê-la
é só fechar os olhos para vivê-la
e se ultimamente não tenho feito poesia
é por que ela me tem feito.
é só abrir os olhos para percebê-la
é só fechar os olhos para vivê-la
e se ultimamente não tenho feito poesia
é por que ela me tem feito.
...a vida resplandece aos olhos que brilham ao encará-la...
...vez por outra tiro minhas asas de molho e dou umas voltinhas,
só pra não perder o costume...
10 Comments:
Ah, na verdade o amor ensina, sim. Mas ensina pra vida, ninguém nunca deixou de amar outrém por conta de um amor despedaçado, foi o que eu quis dizer!
Hum... gostei do texto! As asas devem servir pra isso mesmo, pra dar um UP! (literalmente) sempre que tudo aqui por terra estiver assim... murcho =/!
Também quero um par de asas ^^
Ariane, não acredito. Quanto tempo minha querida. É um encanto te rever novamente. Por onde tu estavas esse tempo todo sem dar notícias. Poxa, eu senti muita saudades das tuas palavras e poemas tão sensíveis por aqui, que superam meu talento consideravelmente. Eu coitado, do teu lado sou aprendiz.
Mas me diz, não irás sumir mais né??
Ora ora, nem venha com surpresa. Que te ver sempre agora tá?
:D
hehehehe
Que bom que reapareceste rsrs
Beijos
se cuida
"sinto a maciez da grama estalando entre meus dedos"
Você pode até estar com suas asas de molho, mas não perdeu o s-e-n-t-i-r poético, e; isso vale muito neste corre-corre em que anda o mundo.
Pouse sempre no meu quintal.
~^ Abraço ~^ ~
E é tão bom quando percebemos a poesia assim... :)
Que bom te ler! Saudades!
Aparece mais!
Beijoss
Por onde andas, moça? Comprou seu par de asas e vôo para longe?
Olha, eu não posso falar nada, só me justificar, pois é tanta correria, tanta viagem, tantos "tanta" que não me sobra tempo para comentar nos blogs que mais admiro. Mas, espero que você não esteja zangada e saiba que, mesmo eu não deixando minhas pegadas nos espaços-comentários de seus textos-poemas, estou sempre lendo e saboreando cada letra.
Deixo um beijo. Não! Dois! Um em cada bochecha.
Bjks
Bruno
Que belo blog, Ariane.
Sem falar nessa postagem suave que acabei de ler.
Magnífico uso das palavras.
Beijo!
Um par de asas comprado. Uma parada. Que o pássaro continue liberto. Vale um par de asas. Riodaqui na saudade. Beijo aí
"um dos poemas mais lindos que já li"....
Saudade de você, minina...
Beijão!
E, mesmo sem asas, jamais devemos nos esquecer de voar...
Beijos, moça
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